Por NeoFeed, parceiro CNN Brasil O tênis cresce como negócio.

Ao NeoFeed, Ricardo Acioly, diretor do SP Open WTA, diz que a expansão dos torneios elevou receitas e premiações, mas apertou o calendário, aumentou o desgaste dos atletas e abriu a discussão sobre mudanças no tradicional esporte Ricardo Acioly, diretor do SP Open WTA (Arte sobre foto de Fotojump/SP Open) O SP Open WTA ocorre em um momento favorável, após um US Open histórico, com destaque para jogadoras como Leylah Fernandez e Paula Badosa.
O torneio, que conta com 45 patrocinadores, busca criar um ambiente comercial próprio para o tênis feminino, que deve se desenvolver independentemente do masculino. Acioly, diretor do torneio, destaca o crescimento das receitas, mas também o desgaste dos atletas devido ao calendário apertado, que resulta em mais lesões.
Ele sugere que mudanças, como a adoção do sistema "no-ad", poderiam ajudar a encurtar partidas e dar mais descanso aos jogadores. A evolução do tênis também traz desafios, como a saúde mental dos atletas, que enfrentam agendas intensas.
O Brasil vive um momento promissor no tênis, com jovens talentos como Vitória Barros e Naná Silva, inspirados por figuras como Bia Haddad Maia e João Fonseca, que reacenderam o interesse pelo esporte no país.




