Pelo menos 20 mortos em ataque jihadista em ilha do Lago Chade


Moscovo foi alvo este domingo, 20 de setembro, de um ataque com mais de 300 drones que provocou pelo menos dois mortos e vários feridos, além de um incêndio visível numa refinaria da capital, segundo a agência russa TASS e o governador da região de Moscovo.
Pelo menos 338 drones foram abatidos quando se dirigiam a Moscovo, com um incêndio visível numa refinaria iluminava o céu da capital.
Numa mensagem no Telegram, Vorobyob reportou que os sistemas de defesa aérea da Rússia "abateram e neutralizaram" 249 drones em 17 distritos, número que a TASS elevou para 338 a aproximarem-se da capital."Em Sofyino, um drone atingiu um edifício de apartamentos de três andares, danificando seis habitações no último piso.
Lamentavelmente, uma mulher de 44 anos morreu", escreveu Vorobyev."Outra pessoa morreu no município de Orekhovo-Zuevo.
Atualização
O ataque ocorreu na madrugada de hoje numa ilha próxima da aldeia de Ngouboua, na província chadiana do Lago Chade, onde os atacantes, que operavam a partir de canoas, atacaram pescadores que tinham saído para pescar.
"Os atacantes mataram quatro mulheres e sete homens antes de lhes roubarem o peixe", disse à EFE o coronel Moussa Djibrine, comandante de operações na província do Lago Chade, acrescentando que "o exército, alertado, lançou rapidamente uma operação de perseguição e conseguiu neutralizar nove dos terroristas envolvidos no ataque".
Há já algum tempo que a região do Lago Chade é alvo de ataques jihadistas, com a população civil que se desloca para os campos, os mercados ou para pescar perto do lago a sofrer frequentes atentados, apesar da presença de forças de segurança na zona.
Situado nas fronteiras do Chade, Níger, Camarões e Nigéria, o lago é uma extensão de água com ilhotas que servem de esconderijo a grupos jihadistas como o Boko Haram.



